23 de julho de 2014

Sem título, por favor!

Eis-me aqui! Boa música, minha casa intelectual sobre o colo, cama, ar caseiro.
É, já identifiquei a chegada dele. Sabe aquele momento em que seus corredores ficam meio vazios? Você anda para lá e para cá acompanhado de uma, duas, muitas pessoas. Sempre há uma porta para sair, um horizonte novo por trás dela para avistar e visitar. Talvez o lugar incomum, de sempre, mas ainda incomum. Não sobra nem tempo para ver o tempo passar. Nem ao menos para trocar os carpetes por onde pisam afoitos.

Como tatuagem



Nem os sheiks árabes de Djavan conseguirão livrar de fato meu pensamento de você. Apenas espero o nascer mais belo citado por ele,
Num dia quero mergulhar no verde de seus olhos e desabar nos teus braços; deitar seu coração na minha rede e passar a noite com ele olhando as estrelas, sentindo o vento ao balançar, num compassinho de mpb.