Um caso de amor que perambula pelo espaço do tempo e anda perdido por aí, no universo das circunstâncias e não encontra lugar para acontecer. Acho que é isso que somos.
Se juntassem as imagens de nossos espelhos, daria uma imagem dividida. De um lado, quebra-cabeça, encaixe perfeito de formas. E do outro, um desencontro de linhas, cores e sombras. Desfoque total.
Mostrando postagens com marcador infância. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador infância. Mostrar todas as postagens
4 de dezembro de 2011
6 de janeiro de 2010
Amor de infância
Não sei como começar. Apenas senti a necessidade de escrever sobre o que sinto, ou senti. O silêncio enlouquece.
Te conheço há anos, faço-te admirar-me há poucas palavras.
Gostei muito de você, talvez tenha te amado.
A euforia passou, a paixão acabou, mas talvez ainda te goste, ainda te ame. Mas com toda a serenidade que antes desconhecia. Serenidade expressa até na saudade que sinto de ti, que está sempre presente, mas não me atormenta.
Te conheço há anos, faço-te admirar-me há poucas palavras.
Gostei muito de você, talvez tenha te amado.
A euforia passou, a paixão acabou, mas talvez ainda te goste, ainda te ame. Mas com toda a serenidade que antes desconhecia. Serenidade expressa até na saudade que sinto de ti, que está sempre presente, mas não me atormenta.
Assinar:
Comentários (Atom)