15 de fevereiro de 2010

Nossos corações serão arrebatados mutuamente. Esforços serão desnecessários.
E tudo será doce como mel, belo como flor, mas com a essência da aventura, do acaso.

Amor, apenas me diga:
quem é você? Descreva-me a tua face.
em qual curva da vida cruzarás meu caminho?

Nas entrelinhas dos meus sentimentos te espero com toda a certeza de que você existe. Ora, a calmaria paira, ora a ansiedade a rouba.

12 de fevereiro de 2010

Foi mágico...

...quando nossos olhares se encontraram. Tudo fez-se silêncio. O mundo resumia-se ao espaço que havia entre nós. O sorrir inevitável, a admiração instantânea. Foi inesperado e tão perfeito. As flores caíam do céu em uma inconsciente ilusão. Era como se tudo e todos deixassem de existir naquele instante. Aquele vazio anterior foi preenchido por um conjunto de sensações indescritíveis, inexplicáveis. O coração batia devagar, com toda a voracidade que lhe era oferecida. O amor deu as caras por um segundo. E o único desejo era que fosse eterno, aquele momento de puro êxtase...

6 de janeiro de 2010

Amor de infância

Não sei como começar. Apenas senti a necessidade de escrever sobre o que sinto, ou senti. O silêncio enlouquece.
Te conheço há anos, faço-te admirar-me há poucas palavras.
Gostei muito de você, talvez tenha te amado.
A euforia passou, a paixão acabou, mas talvez ainda te goste, ainda te ame. Mas com toda a serenidade que antes desconhecia. Serenidade expressa até na saudade que sinto de ti, que está sempre presente, mas não me atormenta.