O tempo corria solto e o sono não vinha. A madrugada foi embalada por momentos emocionantes de um pequeno e antigo livro: "Meu Pé de Laranja-Lima", José Mauro de Vasconcellos. As páginas acabaram-se. Levantei-me. Vi um raio de luz entrar pela janela. Fui até a varanda, para ver o sol nascer... Pena! A rua estava molhada e o céu coberto por nuvens. O cheiro de orvalho estava no ar.
Não vi o sol surgir no horizonte com a mesma intensidade de um dia de calor. Ainda assim era a beleza viva de mais uma manhã...
12 de abril de 2010
15 de fevereiro de 2010
Nossos corações serão arrebatados mutuamente. Esforços serão desnecessários.
E tudo será doce como mel, belo como flor, mas com a essência da aventura, do acaso.
Amor, apenas me diga:
quem é você? Descreva-me a tua face.
em qual curva da vida cruzarás meu caminho?
Nas entrelinhas dos meus sentimentos te espero com toda a certeza de que você existe. Ora, a calmaria paira, ora a ansiedade a rouba.
E tudo será doce como mel, belo como flor, mas com a essência da aventura, do acaso.
Amor, apenas me diga:
quem é você? Descreva-me a tua face.
em qual curva da vida cruzarás meu caminho?
Nas entrelinhas dos meus sentimentos te espero com toda a certeza de que você existe. Ora, a calmaria paira, ora a ansiedade a rouba.
12 de fevereiro de 2010
Foi mágico...
...quando nossos olhares se encontraram. Tudo fez-se silêncio. O mundo resumia-se ao espaço que havia entre nós. O sorrir inevitável, a admiração instantânea. Foi inesperado e tão perfeito. As flores caíam do céu em uma inconsciente ilusão. Era como se tudo e todos deixassem de existir naquele instante. Aquele vazio anterior foi preenchido por um conjunto de sensações indescritíveis, inexplicáveis. O coração batia devagar, com toda a voracidade que lhe era oferecida. O amor deu as caras por um segundo. E o único desejo era que fosse eterno, aquele momento de puro êxtase...
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